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Mitos e verdades sobre a castração A castração ainda é um assunto bastante polêmico para os proprietários de animais de estimação. Está associada à imagem de cães e gatos gordos e letárgicos, "cirurgia cruel", "mutilação do animal", etc.. É preciso desvendar o que há de falso e verdadeiro sobre a castração e entender bem quando ela é recomendada. "A castração deixa o animal gordo" "A castração deixa o animal bobo" "A castração mutila o animal, é uma cirurgia cruel!" "A castração evita câncer na fêmea" "O macho castrado não tem interesse pela fêmea" "Castrando os machos eles deixam de fazer xixi pela casa" "Deve-se castrar a fêmea após ela ter dado cria" Para que castrar os machos? Se levarmos em conta quantas vezes um animal macho terá oportunidade de acasalar durante toda a sua vida reprodutiva, seria mais conveniente diminuir sua atração sexual pelas fêmeas através da castração. O animal "inteiro" excita-se constantemente a cada odor de fêmea no cio, sem que o acasalamento ocorra, ficando irritado e bastante agitado, motivando a fuga de muitos. O dono precisa vencer o preconceito, algo que é inerente aos humanos apenas, e pensar na castração como um benefício para seu animal. Para que castrar as fêmeas? É errado o conceito de que a castração só deve ser feita em cadelas de rua. Se o proprietário não tem intenção de acasalar sua fêmea, seja ela de raça ou não, é desnecessário enfrentar cios a cada 6 meses, riscos de gravidez indesejável e, principalmente, de doenças como câncer de mama e piometra. A castração garante uma vida adulta bastante saudável para as fêmeas e bem mais tranquila para os donos. Silvia C. Parisi Marcadores: Saúde Publicado por: Simone às 13:47 * Postar um comentário * Total: 0 Comentários
“E possa eu sempre ter gratidão no meu coração pelo Grande Criador, que em toda Sua Glória, colocou as ervas nos campos para a nossa cura”. – Dr. Edward Bach. DDAH, caracteriza-se pela dificuldade em se concentrar em um estímulo (adestramento difícil) – o animal dá a impressão de estar prestando atenção em tudo ao mesmo tempo. É um distúrbio neurobiológico, com causas genéticas, comportamentais ou nutricionais. Os sintomas podem ser: desatenção, inquietude, impulsividade, distração em relação a estímulos externos, grau de atividade maior (choramingar, latir ou miar incessantemente, destruir móveis e objetos, etc.), hiperatividade. Acomete o filhote, e pode continuar na idade adulta. Nos animais, o sintoma mais comum é a hiperatividade. Causas da hiperatividade - fatores comportamentais: estresse, (por exemplo, o gato hiperativo por estresse, muitas vezes, não aceita carinho e pode “atacar” o pé ou a mão do dono) etc.; - fatores genéticos: pesquisa da Universidade de Columbia, EUA, publicada na revista científica inglesa, “Nature Genetics”, concluiu que a ausência ou mau funcionamento de uma região do cromossomo 22 (em humanos e animais), responsável pelo controle de processos bioquímicos no cérebro, estaria relacionada à ansiedade, à depressão, ao autismo, às desordens de memória, e à hiperatividade; - fatores nutricionais: intolerâncias alimentares e/ou alergia aos corantes vermelho e/ou amarelo. Dê preferência às rações menos coloridas. Não existe um exame que possa determinar ou detectar a hiperatividade. O diagnóstico e tratamento são realizados pelo médico veterinário. Não há cura, mas há controle – a castração pode melhorar muito os sintomas. O que o proprietário pode fazer - consultar o médico veterinário; - dar mais atenção e afeto ao bichinho; - promover mais brincadeiras e exercícios físicos; - consultar o terapeuta holístico (Florais de Bach, Aromaterapia, etc.). Florais de Bach O Dr. Edward Bach (1886 – 1936), foi um médico clínico de origem galesa. Dedicou sua vida à pesquisa de métodos mais naturais de cura. Insatisfeito com as limitações da medicina ortodoxa e de como se concentrava na análise de sintomas, passou a procurar um tratamento mais eficaz que atingisse a causa das doenças, estudando Imunologia e tornando-se um bacteriologista. Em 1928 chegou à conclusão que as pessoas se enquadram em grupos de tipos distintos (os animais também), e que, cada um destes grupos reage à doença de uma forma particular. Possuindo experiência no preparo de vacinas orais, passou a associar tipos de temperamento a plantas específicas e, obteve, em pouco tempo, resultados surpreendentes. Seu trabalho culminou com o desenvolvimento de 38 essências florais que, cobriam todos os aspectos da natureza humana (e animal), e todos os estados mentais negativos que acompanham as enfermidades. Os Florais de Bach atuam através do tratamento do indivíduo (animais e humanos) e não da doença, harmonizando sua condição emocional para que, através da transformação em estados mais positivos, possa ser estimulado seu próprio potencial de auto-cura. São compostos energéticos das flores, cujos princípios ativos não são químicos, mas eletromagnéticos. O Dr. Bach experimentou a medicação floral em animais e concluiu que as essências para os sintomas deles são as mesmas dos humanos. Ele tratava seu cachorro Lulu, um cocker spaniel com elas, assim como Nora Weeks, sua colaboradora e assistente cuidava dos vários gatos que pertenciam a ela. As essências não são tóxicas, não possuem efeitos colaterais nem contra-indicações, não causam dependência não há o risco de super-dosagem nem de interação medicamentosa. Essências florais que podem ajudar o tratamento do veterinário, para animais com hiperatividade: Vervain, impatiens, cherry plum, heather, agrimony, sweet chestnut, white chestnut e outras essências, de acordo com o temperamento do animal. Esse é o Pingo, meu gatinho que tem esse probleminha. Ele tem tomado os Florais e tem ajudado bastante. Ele já não é tão agressivo e dorme bem mais durante o dia,que é o certo no comportamento dos gatos(felinos em geral). Só muita paciência e amor por essas criaturinhas viu? Ele dá é trabalho! rsrs. Mas é como se diz: "Tudo vale a pena se a alma não é pequena"... (Fernando Pessoa) Marcadores: Saúde Publicado por: Simone às 10:40 * Postar um comentário * Total: 1 Comentários A IMUNOTERAPIA NO CONTROLE DA ALERGIA DE SEU CÃO Você e seu Médico Veterinário conseguiram identificar as causas da alergia de seu cão através do teste "Ïn-vitro" para o diagnóstico da alergia e optaram por tratar estes problemas utilizando a Imunoterapia. Para que a Imunoterapia tenha sucesso, é importante que você entenda como funciona este processo e como ele vai auxiliar na melhora clínica de seu animal. As doenças de pele relacionadas com a alergia são problemas crônicos que muitas vezes são difíceis de serem controladas. Esteja seguro que seu Médico Veterinário irá recomendar a melhor terapia de longa duração e os tratamentos apropriados para este importante membro de sua família. O QUE É IMUNOTERAPIA A Imunoterapia é um tratamento médico em que extratos de alérgenos altamente purificados aos quais seu animal é sensível são injetados em concentrações crescentes no organismo. Os tratamentos por imunoterapia são formulados individualmente para cada paciente baseado nos resultados dos testes para diagnóstico da alergia. Esta é a maneira mais segura de se controlar os sinais clínicos da alergia. Cada Kit de vacinas de imunoterapia vem com 3 frascos contendo cada um concentrações diferentes, suficientes para tratar o paciente por um período de aproximadamente 9 meses. Devido a várias alterações no sistema imunológico, mais de 70 % dos pacientes se tornam menos sensíveis àqueles alérgenos, diminuindo progressivamente os sintomas causados pelas doenças alérgicas. Esta é a maneira mais segura de se controlar os sinais clínicos das alergias. COMO SÃO ADMINISTRADAS AS INJEÇÕES DE IMUNOTERAPIA Você e seu Médico Veterinário irão decidir qual é a melhor maneira de se administrar este tratamento, na sua própria residência ou na Clínica Veterinária. Todas as instruções sobre as dosagens, intervalos entre aplicações e reações colaterais estão incluídas no estojo que acompanha as vacinas. As agulhas utilizadas nas aplicações são muito menores do que aquelas utilizadas nas vacinações anuais. Você irá precisar de seringas descartáveis de 1,0 ml(seringas de insulina). As injeções de imunoterapia são em pequenas doses, aplicadas pela via subcutânea (embaixo da pele). Estas aplicações não costumam doer, e os animais de uma maneira geral não reclamam. Mantenha sempre as vacinas sob refrigeração ( não congelar). Utilize sempre uma nova seringa para cada aplicação. A melhor hora para aplicar as injeções de imunoterapia é quando você vai ficar em casa por pelo menos uma hora após a aplicação. Também não é aconselhável que seu animal tenha feito exercícios fortes ou se alimentado antes da aplicação. A IMUNOTERAPIA É SEGURA PARA MEU CÃO? Sim. A imunoterapia é a forma mais segura de controlar os sintomas de alergia. Como qualquer medicamento, existe uma probabilidade muito pequena (menor do que 0,5 %) da ocorrência de alguma reação alérgica. Caso note alguma alteração no comportamento de seu cão logo após a aplicação das vacinas, tais como: respiração ofegante, vômito, diarréia ou salivação, leve seu cão diretamente ao Médico Veterinário. EXISTE ALGUMA OUTRA REAÇÃO QUE DEVO OBSERVAR EM MEU CÃO? Um aumento da coceira durante o inicio da imunoterapia é freqüente. Alguns animais também apresentam um aumento da coceira imediatamente após a mudança para um novo frasco de maior concentração. QUANDO MEU CÃO COMEÇARÁ A MELHORAR APÓS O INICIO DA IMUNOTERAPIA? Todo cão é um indivíduo único, e tal como as pessoas, responderá diferentemente a uma medicação. Geralmente, leva de 3 a 5 meses após o inicio da imunoterapia para se notar alguma melhora clínica, embora alguns proprietários relatem melhora logo após o inicio das aplicações. Na maioria dos casos, a alergia esteve presente por meses ou até por anos antes de você iniciar a imunoterapia. SEJA PACIENTE! Continue com a imunoterapia por um mínimo de 6 a 9 meses para dar tempo ao seu cão de melhorar. Alguns cães podem melhorar somente após um ano do inicio da imunoterapia. MEU CÃO PODE RECEBER OUTRAS MEDICAÇÕES DURANTE A IMUNOTERAPIA? Sim. Seu Médico Veterinário pode e deve utilizar medicamentos para controlar os sintomas da alergia enquanto a imunoterapia não fizer efeito, principalmente durante as fases iniciais do tratamento. A utilização de complementos a base de fatores Ômega 3 e Ômega 6 (Allerdog Plus) são importantes para controlar algumas manifestações alérgicas. Deve-se evitar na medida do possível a utilização de corticosteróides, pois esta classe de medicamentos poderá interferir na eficiência da imunoterapia. Não considere uma falha da Imunoterapia se seu cão necessitar esporadicamente de medicamentos. Tal como a maioria das doenças crônicas, as alergias podem ser controladas, mas não curadas. QUAL A FREQUENCIA DAS APLICAÇÕES? No inicio da Imunoterapia as aplicações são feitas a cada dois dias e progressivamente este intervalo vai aumentando até chegar a uma aplicação a cada 20 ou 30 dias. Desde que a doença de pele de seu animal esteja bem controlada, ele irá necessitar somente de uma aplicação a cada 20 ou 30 dias provavelmente por toda a vida. Caso a imunoterapia seja interrompida, é bem provável que seu animal volte a se coçar após um intervalo de 3 a 6 meses. O QUE É O REFIL? O Refil é a repetição do último frasco do Kit de vacinas que você utilizou. Na tabela de aplicações você vai verificar que existe uma data em que o Refil deve ser solicitado. Quando fizer esta solicitação, forneça o nome do animal, número do exame e o nome do Médico Veterinário que solicitou o exame. O QUE EU DEVO FAZER SE MEU CÃO NÃO RESPONDER BEM A IMUNOTERAPIA? Um percentual pequeno de cães não respondem satisfatoriamente a imunoterapia. É muito importante que seu Médico Veterinário acompanhe de perto o animal durante todo o tratamento. O problema pode ser uma infestação de pulgas (a imunoterapia não funciona para picada de pulga), uma infecção bacteriana, seborréia(caspa) ou outras doenças de pele que geralmente estão associadas à alergia. Todas estas doenças de pele associadas a alergia, devem ser tratadas sempre que aparecerem. EXISTEM OUTRAS MEDIDAS QUE EU DEVO TOMAR PARA AJUDAR O MEU ANIMAL? O resultado do teste, mostra uma série de substâncias às quais seu animal é alérgico. Na medida do possível, tente diminuir a exposição de seu animal aos alérgenos aos quais ele é sensível. Você pode ajudar muito o seu animal, se fizer algumas pequenas mudanças no seu ambiente. Dr. Israel M. Bleich ![]() Marcadores: Saúde Publicado por: Simone às 10:16 * Postar um comentário * Total: 0 Comentários |